Polpas de frutas da Associação dos Produtores da cidade já são comercializadas

Publicado em: 12/02/2017 01:02
Processamento da acerola para produção da polpa na Associação dos Produtores Rurais (Foto: Viviane Santos/JR)

Processamento da acerola para produção da polpa na Associação dos Produtores Rurais (Foto: Viviane Santos/JR)

As polpas processadas na Associação são vendidas em embalagens de dois quilos e nos próximos dias serão oferecidas também em um quilo, o que deve aumentar as vendas, avalia a presidente

Por Gilmar Pinato Da Redação

 As polpas de frutas processadas pela Associação dos Produtores Rurais de Dracena (APRD) começaram a ser comercializadas no município e região.

Segundo a presidente da APRD, Gislaine Gomes, por enquanto as polpas estão sendo vendidas em embalagens de dois quilos. “Mas para os próximos dias serão vendidas em embalagens de um quilo e a expectativa é que as vendas aumentem”, informa.

A produção está sendo comercializada para Prefeituras e utilizadas nas merendas escolares da região. “Agora temos a licença de comercialização necessária que nos autoriza a vender também no varejo, como em mercados e temos a pronta entrega”, informa Gislaine.

A presidente aponta a qualidade da produção. “São polpas puras, sem conservantes”, comprova. As frutas processadas são acerola, abacaxi, goiaba e maracujá.

Para a industrialização a Associação recebe as frutas de 20 produtores de acerola, seis de maracujá, dois de abacaxi e dois de goiaba, de Dracena e cidades da região, inclusive Mariápolis e Pracinha, na região de Adamantina.

FALTA DE PRODUTORES – Mesmo assim, Gislaine afirma que ainda há falta de fornecedores das frutas. “Deve-se muito à falta de incentivos, os produtores ainda têm dificuldade de manejo, algo que não é fácil, as plantas sofrem ataques de pragas e precisam de um local adequado de entrega imediata logo após serem colhidas, frutas são produtos perecíveis e se deterioram com facilidade”, esclarece a presidente.

Gislaine ressalta que hoje a Associação pode comprar essas frutas, o ano inteiro evitando os prejuízos das perdas. Como exemplo, ela cita o preço pago pelo quilo do maracujá, R$ 2,40.

O aproveitamento das frutas na fabricação da polpa é outro ponto que a presidente destaca. “No caso do maracujá, por exemplo, a cada mil quilos são produzidos 300 quilos de polpa, ou seja, o aproveitamento da fruta é somente 30%”, explica.

LATICÍNIO – A industrialização do leite pela APRD para produzir derivados como, iogurtes e requeijões, de acordo com a presidente também deve começar nos próximos dias, com fornecimento da matéria-prima, pelos produtores pertencentes à Associação.

 





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