Funcionamento da UPA em Dracena continua sem solução

Publicado em: 07/05/2017 01:05
Prédio da UPA está pronto há mais de um ano e já apresenta sinais de degradação na estrutura (Foto: Viviane Santos/JR)

Prédio da UPA está pronto há mais de um ano e já apresenta sinais de degradação na estrutura (Foto: Viviane Santos/JR)

Obra começou em 2013 e concluída em abril do ano passado, custo mensal de operação gira em torno de R$ 800 mil, além disso é necessário adquirir equipamentos e mobiliários

Por DA REDAÇÃO

Com o prédio pronto há mais de um ano, o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento Municipal (UPA) de Dracena, continua indefinido. Ainda faltam as instalações dos equipamentos, mobiliários e a verba mensal de aproximadamente R$ 800 mil para mantê-la em atividade.

A UPA é um programa do Ministério da Saúde e em todo o país existem unidades que estão prontas, mas não funcionam por falta de recursos. O prédio em Dracena está localizado no bairro São Cristóvão. A obra teve início em dezembro de 2013, com a conclusão prevista para março de 2015, mas o prazo foi adiado e foi entregue no final de abril do ano passado (2016).

O custo de construção foi de aproximadamente R$ 3,6 milhões, com investimentos de R$ 1,7 milhão da Prefeitura de Dracena. O projeto tem como objetivo atender os moradores de 12 municípios da região, pertencentes ao Consórcio Intermunicipal de Saúde da Alta Paulista (Cisnap).

Somente para a compra de equipamentos e mobiliários o orçamento previsto gira em torno de R$ 900 mil, além disso, de acordo com a assessoria de Comunicação da Prefeitura de Dracena, o custeio mensal da Unidade, gira em torno de R$ 800 mil, valor que deve ser dividido entre os 12 municípios, proporcionalmente ao número de habitantes.

No caso, os repasses de Dracena, seriam cerca de 50% deste valor (R$ 400 mil). Mas a assessoria esclarece que para ativá-la é preciso a participação dos 12 municípios no pagamento das despesas.

O primeiro passo para o funcionamento, conforme a assessoria é a união dos 12 municípios para assumirem a UPA e os custos mensais e no passo seguinte, os prefeitos irem a Brasília (DF), com apoio de deputados, reivindicarem ao Governo Federal, o repasse desta verba de custeio.

Até que haja uma solução, após um ano pronto sem uso, o prédio começa a apresentar problemas na estrutura, já possui trincos nas paredes, o mato cresce à volta e também falta acessibilidade para quem tem dificuldades de caminhar.

 





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