Teste do Pezinho é importante para o bebê e deve ser feito até o 5º dia de vida

Publicado em: 11/06/2017 08:06
Teste do Pezinho deve ser feito até 5º dia de vida (Foto: Rodrigo Nunes/Ministério Saúde)

Teste do Pezinho deve ser feito até 5º dia de vida (Foto: Rodrigo Nunes/Ministério Saúde)

O Dia Nacional do Teste do Pezinho foi comemorado na terça-feira (6), em Dracena, o exame é realizado no Postão

Por LETÍCIA PINHEIRO Da Redação

O Dia Nacional do Teste do Pezinho foi comemorado na terça-feira (6). O exameoferecido pelo SUS (Sistema Único de Saúde) é realizado em recém-nascidos para detectar doenças graves e tratáveis antes do aparecimento dos sintomas, prevenindo problemas como retardo mental e até o óbito. Além disso, permite a identificação dos portadores de algumas condições clínicas, como o traço falciforme, possibilitando o aconselhamento genético e a reprodução consciente. A família deve levar o recém-nascido a uma unidade de saúde entre o 3° e o 5° dia de vida.

Em Dracena, o exame é realizado no Centro de Saúde I Dr. Takashi Enokibara, de segunda a sexta-feira, das 7 às 11h. O agendamento ocorre ainda na maternidade pela equipe do Programa Amigos do Peito. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, foram realizados 439 exames no ano passado e neste ano (até o último dia 6) já foram realizados 151 exames.

O teste do pezinho é feito no pé do bebê por ser uma região bastante irrigada do corpo, o que facilita o acesso ao sangue para a coleta da amostra. Em todo o mundo, a coleta do exame é realizada pela punção no calcanhar e por isso, no Brasil, é popularmente chamado de Teste do Pezinho.

Apesar de muitos bebês chorarem durante o exame, a picadinha no calcanhar é muito importante para dar as melhores condições de desenvolvimento para as crianças. Esse não é um exame que traz riscos ao bebê. Muito pelo contrário, é rápido, pouco invasivo e até bem menos incômodo do que a coleta com seringa em uma veia no bracinho.

O Teste do Pezinho faz parte do Programa Nacional de Triagem Neonatal (PNTN). Este foi implantado em diferentes fases, de acordo com as doenças rastreadas, e hoje detecta: hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria, anemia falciforme e outras hemoglobinopatias, fibrose cística, hiperplasia adrenal congênita e deficiência de biotinidase. Desde junho de 2014, todos os Estados do Brasil estão habilitados para o Programa. (Com informações do Ministério da Saúde).

 

 





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